sábado, abril 30, 2011

altos e baixos

momentos maus seguidos de momentos bons, enquanto isto acontecer, vale a pena... continua a ser duro sobreviver, aguentar os momentos maus, mas a vida é mesmo assim.

Há que curtir e dar valor aos bons momentos!

sábado, abril 16, 2011

Frustração

Embebedo-me, procuro partilhar os meus devaneios, sem sucesso, nunca estive tão sozinha, sinto-me frustrada.

Não só ao nível do costume, mas a todos os outros... não há partilha, não me ouve, ignora-me (se não deliberadamente, assim parece)... nem sequer me respeita.

Estou prestes a desistir, não sei mais o que hei-de fazer.. estou a roçar o masoquismo, eu não mereço isto!

domingo, abril 03, 2011

Mais fácil e mais difícil

Deixar de fumar, por um lado é muito mais fácil do que eu pensava. O insucesso e os relatos macabros àcerca do assunto contribuiram para a sua diabolização (um pouco como o parto, acho eu, até porque nunca passei por um). Estava convencida que ia passar por um grande tormento, que ia sofrer com a falta do tabaco e o meu corpo se iria ressentir reagindo à falta de nicotina. Mas não!

Atenção, eu não estou a dizer que é fácil deixar de fumar, mas a verdade é que sempre pensei que a parte física fosse difícil e não está mesmo a ser. Não sinto falta física dos cigarros, o meu corpo não depende da nicotina!

O mesmo não posso dizer da minha mente... a gaja, estúpida, curte mesmo os cigarros e depois de 12 anos a fumar, está a dificultar-me a vida ao deixar de fumar. Desde o básico, isto é, estou constantemente a lembrar-me que agora é a altura ideal para fumar um cigarrinho (claro que imediatamente a seguir lembro-me que deixei de fumar então não fumo), mas nesse momento tenho mesmo muita vontade de fumar (que controlando, ao fim de 5 minutos baza a vontade). Tenho momentos de irritabilidade que parecem que só se vão embora com um cigarro, mas eu não cedo e como uma peça de fruta, bebo água ou chá, ou como uma pastilha elástica. E o que me lixa mais.... porque é super real... os sonhos, eu sonho que fumo sem querer, isso é mesmo chato!

Mas pronto, estou-me a aguentar, não me incomoda, nem fico com especial vontade se outros estiverem a fumar perto de mim. Lido bem com isso, e se resistir aos momentos em que tenho mesmo muita vontade, passado pouco tempo a vontade vai-se embora!

Só passou meio mês... mas so far so good!

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Mário Henrique Leiria

A CIDADE ADORMECIDA
Foi decretada a mobilização geral. Born, isso
não teve importância nenhuma tanto mais que era
simplesmente por causa de haver guerra. Era uma
guerrazinha pequena que estava metida numa
gaiola e piava muito, sempre a pedir alpista e arroz do
Sião.
Davam-lhe alpista, mas arroz nunca
lhe davam e, por isso,
foi decretada a mobilização geral. A
guerra piava cada vez mais. Trouxeramlhe
um cunhado muito lavado, muito
engomado e zás, comeu-o.
Então começou a tocar o tambor c lá fomos
todos, com a espingarda na algibeira e a mochila
cheia de não-fazer-nada. Na guerra só o que se
fazia era comer. comiam-se nabos, comiam-se lições
de inglês e comia-se muito medo que nos era
dado todos os dias pelos majores que lá não iam
porque ali era longe. No fim
comeu-se o decreto de mobilização geral com o
arroz do Sião que não foi posto na gaiola da guerra.
Voltamos todos a tocar corneta
e sem a espingarda na algibeira
pois se tinha gasto toda
com o andar,
porque não lhe tinham dado botas.

sábado, abril 02, 2011

Fidelidade conjugal

Fidelidade conjugal, independentemente da cultura envolvida ou do cenário espaço-temporal, é classicamente considerada um valor ou virtude fundamental na relação conjugal, variadas como possam ser as suas formas de realização prática. Não se deve confundir fidelidade conjugal com monogamia, pois são acordos distintos.