quarta-feira, janeiro 24, 2007

o que penso, não o que sinto!

Quando falo com alguém tento expressar-me o melhor possível para que compreenda aquilo em que estou a pensar, o que quero dizer. Procuro ser entendida, transmitir as minhas ideias, os meus pensamentos...

Mas nunca os meus sentimentos, nunca procuro exteriorizar os meus sentimentos fidedignamente. Exteriorizo sim, mas só o que acho que não me torna vulnerável. Não sei se me faço entender... Vou tentar ser mais específica (uma vez que estou a falar daquilo que eu faço, em relação aos sentimentos, é certo, mas quero que me entendam), se odeio uma pessoa nunca lho digo, posso dar desprezo, ou ser indiferente, mas nunca lhe vou dar o gozo de saber que desperta um sentimento tão grande em mim. Se estou apaixonada, a não ser que seja correspondida, não o mostro completamente, mostro que gosto da pessoa, mas não que me altero quando estou na presença dela.

Tenho uma bolha à minha volta, a minha protecção e a minha prisão. Porque ao fazer isso tb acabo por me dar pouco aos outros. O que penso n é segredo para ninguém, mas o que sinto ninguém sabe. Mas houve uma altura em que algumas pessoas sabiam o que me ia na alma, n exactamente, mas uma aproximação por mim permitida que agora já n acontece... há muito, com ninguém.

segunda-feira, janeiro 15, 2007

vão e vêm e tornam a ir

Amigos emigrantes, imigrantes. Vão para a Holanda, Inglaterra, República Checa... Vêm de Itália, também da Alemanha, da Grécia...

E são a minha desculpa para nada fazer... Ele chegou, tenho de estar com ele, tinha tantas saudades... ou Parte amanhã, tenho de me ir despedir.

Se não é isto, são aniversários, babysitting, papéis... outra porcaria qualquer... pretextos meus, para me recusar a enfrentar a realidade. O medo de ser rejeitada profissionalmente, o medo de arranjar um trabalho das 9 às 5, o medo de me mostrar inexperiente e de dizer não sei como se faz, o medo de ser diminuida, inferiorizada perante outros colegas (ou co-workers) que numa situação normal (n sei bem o q quero dizer com isto, mas sei) me consideraria intelectualmente superior (n que o seja, mas gosto de pensar que sim).

Medo de fracassar, sem antes tentar. Medo de ir trabalhar para um sítio horrível, com um ambiente intragável e umas pessoas insuportáveis...

domingo, janeiro 07, 2007

007

Daqui a um ano não devo estar cá, vulgo em Portugal, parece que finalmente vou sair do lugar... Mas n nos precipitemos, primeiro o estágio... e antes desse, os papéis do Alfredinho...

Balanço de 2006... penso que foi positivo, a vida emocional, familiar, sexual, escolar (que acabou), social... tudo sobre rodas, vamos lá ganhar experiência!

Estou monga a escrever, talvez do dia cansativo... vou parar!