segunda-feira, outubro 30, 2006

Portishead

Oh, can't anybody see,
We've got a war to fight,
Never found our way,
Regardless of what they say.

How can it feel, this wrong,
From this moment,
How can it feel, this wrong.

Storm,
In the morning light,
I feel,
No more can I say,
Frozen to myself.

I got nobody on my side,
And surely that ain't right,
Surely that ain't right.

Oh, can't anybody see,
e've got a war to fight,
Never found our way,
Regardless of what they say.

How can it feel, this wrong,
From this moment,
How can it feel, this wrong.

How can it feel this wrong,
From this moment,
How can it feel, this wrong.

Oh, can't anybody see,
We've got a war to fight,
Never found our way,
Regardless of what they say.

How can it feel, this wrong,
From this moment,
How can it feel, this wrong.

domingo, outubro 29, 2006

pseudo-depressão

Não, n estou deprimida, ou antes... estou, de livre e espontânea vontade!
Há já tanto tempo que não estava deprimida... estou a precisar, de me lamentar, de ganir, de me sentir infeliz, só para fazer sentido sentir-me feliz... porque agora não faz.

Por isso ouço portishead... e tento perceber a melhor maneira de ser, o que é que está incoerente e se concordo com essa incoerência em mim. Porque ao contrário da maior parte das pessoas, que têm uma auto-estima baixa e as outras estão sempre a elogiá-las e a "tentar puxá-las para cima"... Eu tenho uma boa auto-estima, gosto de mim e da minha maneira de ser, sei que posso e devo mudar, não sou fundamentalista, mas neste momento tenho uma maneira de agir e sinto-me segura nela... mas as pessoas, estão constantemente a questionar essa minha maneira de ser.

constantemente, se calhar estou a exagerar... mas a verdade é que me têm questionado. e eu fico triste, porque têm razão e no fundo eu não sei bem o que ou quem quero ser. sei que prescindo de imensas coisas para ser assim, mas faria o mesmo a outras se fosse de outra maneira.

escrevo mais depois... vou almoçar.

segunda-feira, outubro 23, 2006

proximidade

Já falei sobre isto antes, mas não desenvolvi o suficiente e mesmo hoje não sei se o vou conseguir, pelo menos como eu quero.

Proximidade física, emocional e sexual... são 3 coisas diferentes, mas muito próximas. É importante saber geri-las, de forma a que nunca aconteçam sem querer, sejam sempre conscientes. Porque quando confundidas umas com as outras podem magoar à séria!

Para demonstrar o que digo vou descrever 3 cenários diferentes e as suas evoluções.

1- 1 casal de namorados, tem proximidade física, emocional e sexual. Quando acabam, se não fizerem o "período de luto", que significa uns meses afastados, vai ser muito difícil não terem nenhum tipo de recaída, sendo o mais frequente, sexual!

2- 2 melhores amigos, têm proximidade física e emocional. Se um belo dia, cedem a uma eventual atracção que haja e vão para a cama, vai ser extremamente difícil voltarem a ser amigos como dantes, por não saberem separar as coisas.

3- 2 pessoas que dão quecas esporádicas, têm proximidade física e sexual. Se não tiverem em sintonia quanto às suas intenções, é recorrente um passar a gostar mais do outro e tentar passar a relação a emocional, arruinando-a.

Estes, penso eu, são os cenários mais comuns. Mas não acho que sejam os únicos, e acho que se as pessoas forem conscientes e tomarem decisões sobre o que sentem, estes cenários e os seus fins devastadores podem ser evitados. Basta sermos racionais, não agirmos por impulso, tomarmos decisões sobre o que sentimos. E hão-de acontecer outro tipo de cenários.

Como proximidade emocional e sexual, mas não física! estranho n é?

domingo, outubro 22, 2006

Vou sair do lugar

Ah pois é! Vou visitar a Isabel a Reading, aproveito e passo uns dias em Londres! Até lá (faltam 19 dias), vou ver se organizo a minha vida para quando voltar me dedicar à procura de estágio. Mas não sei se consigo, aliás, conseguir eu consigo, se parar ou abrandar este ritmo de borga, consigo... Mas está-me a saber muito bem! Tenho gasto dinheiro que não tenho... mas hei-de ter...

Não tenho escrito muito, mas tenho vontade de postar sobre encontros fortuitos e/ou cibernéticos... e corpos, e amigos de longa data e ex-namorados... coisas da vida portanto!

quarta-feira, outubro 11, 2006

e agora o que é que eu faço?

Supostamente esta pergunta revelaria pânico e desespero... do tipo... aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh, socorro, acabei o curso, e agora?

Mas não, é pacífica, calma e sem stress. Mas é uma necessidade que tenho, saber o que vou fazer agora. Não me quero precipitar, nem deixar as coisas andarem, quero tomar decisões, conscientes sobre o meu percurso.

Por isso não me vou pôr já, a correr, a fazer estágio, vou organizar a minha vida primeiro e fazer todas aquelas coisas que queria fazer, mas não tinha tempo. Agora tenho, e não há que ter "medo" de ter tempo, nem tenho de preencher as horas mortas com tarefas. Até porque preciso de tempo também para pensar. Acho que é isso que falta à maior parte das pessoas, andam tão ocupadas a preencher o seu tempo, que não arranjam momentos em que têm de lidar com o que fazem, em vez de o fazer.

Estar só sem nada para fazer não é mau! É importante, e nesta fase da minha vida, penso que seja essencial. Tomar decisões sobre o que sinto e sobre o que quero da minha vida. Eu não me deixo levar pela vida, sou eu que tomo decisões e elas são conscientes. Sou eu que a vivo, e não o contrário! A vida não me faz nada (irritam-me aquelas pessoas que dizem, olha a partida que a vida me pregou.... e coisas do género) eu é que faço coisas à vida!

Não sei quanto tempo vou estar sem fazer nada, mas também não o quero prolongar muito para não "me perder". Mas tb não quero marcar datas... a ver vamos.